Não se conforme. Tranforme!

Implantando uma filosofia de Gestão de Projetos em organizações de pequeno a médio porte.

Nos dias atuais, onde a competitividade entre as empresas tem se transformado em lutas corporativas cada vez mais agressivas pela conquista do consumidor, é imprescindível que as organizações de qualquer porte se contextualizem e busquem novos conhecimentos para fazer frente ao avanço voraz dessa concorrência.

Neste contexto, temas importantes e intangíves vem ganhando espaço nas corporações, fazendo com que cada uma delas se volte a assuntos mais estratégicos e holísticos como, por exemplo, aprendizagem organizacional, Inteligência Competitiva, Gestão de Marcas, Ativos Intangíves e, dentre tantos outros, a Gestão de Projetos.

A elevação do padrão de qualidade de produtos e serviços, bem como, a exigência cada vez mais alta dos mercados globalizados tem feito com que as empresas, inclusive as micro, pequenas e médias, adotem um novo comportamento para vencer estes novos desafios. E diante de tantas responsabilidades, implementar esta nova postura profissional exige uma gestão cada vez mais eficaz, eficiente e efetiva, que é executada através de uma nova filosofia de administração capaz de coordenar todos os componentes e atores que atuam neste novo cenário.

Para tanto, é fundamental exercer com disciplina os princípios de uma boa gestão e partir para a adoção de uma verdadeira governança corporativa. Dessa forma, a Gestão de Projetos se destaca porque é hoje uma das principais atividades que servem, literalmente, para transformar em prática as diretrizes estratégicas delineadas pela organização.

Falar em Gestão de Projetos é falar do próprio sentido de administração, porque na verdade gerir projetos requer competências administrativas para dar a direção às pessoas, para delegar tarefas, acompanhar prazos, conferir ações, propor ajustes, provocar iniciativas, enfim, liderar. Um bom gestor de projetos deve estar preparado para liderar pessoas, que são o grande ativo de qualquer negócio.

Veja as coisas por um angulo diferente

Seja criativo e reinvente a sua historia. Fuja das verdades absolutas e questione, sempre!!!

As cinco questões mais importantes de Drucker

Olá, tudo bem?  Se você não é um especialista em Planejamento Estratégico, pelo menos já deve ter ouvido falar sobre as cinco questões mais importantes de Peter F. Drucker.  No workbook que trata deste assunto, produzido pela Fundação que leva seu nome, Drucker sugere que as organizações façam essas cinco importantes perguntas a si mesmas, especialmente aquelas organizações sem fins lucrativos, que quase sempre se colocam numa posição de apenas fazerem o que precisa ser feito sem questionar os reais objetivos de suas ações.  Entre essas organizações,  muitas igrejas, institutos, ocips, entre outras.

A abordagem que Drucker faz é muito interessante e atual, especialmente para aqueles que não sabem nem por onde começar um planejamento, apesar de já existirem outros materiais mais sofisticados  que ajudam na elaboração de planejamentos estratégicos, sob a ótica mais moderna como, por exemplo,  a visão prospectiva e não simplesmente a projetiva dos modelos tradicionais.  Através do seu workbook, o autor conduz as Organizações por passos importantes onde ela mesma pode se auto-analisar de maneira crítica, transparente e corajosa, pois, muitas Organizações (muitas mesmo) se veem ou como muito pobres e sem nenhuma competência, ou então como organizações maravilhosas onde tudo é perfeito e nada precisa ser mudado. Ambas posturas levam essas organizações para longe do equilíbrio visionário, tão necessário para o cumprimento de suas missões.

O exemplo das cinco questões mais importantes de Druker está presente no post “As cinco questões mais importantes de Drucker”.

Saúde e sucesso pra você!

PJ

  1. W3.2 (pag.17) - Quais são os pontos fracos da Organização? Onde nos falta competência ou recursos?
  2. W4.1 (pag.18) - A declaração de Missão precisa ser aperfeiçoada?
  3. Q2 - Quem é o nosso cliente?
  4. W7.1 (pag.26) - De forma geral, nossos clientes mudaram?
  5. W7.2 (pag.26) - Demograficamente, quais foram as principais mudanças?
  6. W7.3 (pag.26) - Nas necessidades básicas, as principais mudanças foram:
  7. W7.4 (pag.26) - Houveram mudanças numéricas?
  8. W7.5 (pag.26) - Na área de bem-estar (física e psicológica), quais mudanças houveram?
  9. W8.1 (pag.27) - Deveríamos acrescentar outros clientes?
  10. W8.1.b (pag.27) - Deveríamos excluir alguns clientes?
  11. Q3 - O que o cliente considera como valor?
  12. ... você deve manter em mente que o cliente nunca compra um produto, mas a satisfação desejada.
  13. Q4 - Quais foram nossos resultados?
  14. W15.1 (pag.45) - Em que medida temos conseguido estes resultados?
  15. W16.1 (pag.46) - Como estamos usando os nossos recursos?
  16. W16.2 (pag.46) - Como temos administrado nossos recursos humanos (Voluntários, Diretores, Funcionários, Etc.)?
  17. W16.3 (pag.46) - Como sabemos disso?
  18. W16.4 (pag.46) - Como temos usado os recursos financeiros (dinheiro, imóveis, investimentos, doações, etc.)?
  19. W16.7 (pag.47) - Devemos alterar estes procedimentos de compartilhamento dos resultados?
  20. W16.8 (pag.48) - Há outras Organizações fazendo um trabalho melhor, utilizando bem seus recursos humanos e financeiros? Atraindo e retendo seus doadores? Usando o potencial maximo de seus Diretores?
  21. Q5 - Qual é o nosso plano?
  22. W18.1 (pag.55) - Onde devemos concentrar os nossos esforços?
  23. W19.4 (pag.57) - O que, se houver, devemos fazer diferente?
  24. W19.5 (pag.57) - Existem programas, atividades ou necessidades dos clientes que a Organização deve adicionar?
  25. W19.6 (pag.57) - Existem programas, atividades ou necessidades dos clientes que a Organização deve abandonar?
 

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Pérola da HSM: O apagão da liderança

Se delicie com um maravilhoso texto escrito por César Souza (presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante) para o blog da HSM. Ao final, o autor encerra com a bela sugestão de repensarmos os conceitos e a pratica da liderança, se desejamos de fato construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.

Espero que goste também.

18/02/2010 – Cabeça de Líder – Cesar Souza
O apagão da liderança

A falta de liderança está por todos os lados, seja na política, nas empresas, nas escolas e até mesmo na vida pessoal

Um verdadeiro apagão da liderança corrói as empresas, escolas, famílias, comunidades.  Por toda a parte percebemos a escassez de líderes, não só no mundo político.  Ou esbarramos com a proliferação de indivíduos em posição de liderança, cujos valores são no mínimo questionáveis. Basta olhar ao redor ou ler os jornais para nos surpreendermos cada dia com as peripécias de líderes oportunistas.

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Um boa idéia gera bons resultados!

Assista o vídeo abaixo e veja que é possível gerar bons resultados a partir da sua criatividade. Seja corajoso.

Realize!!!

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