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Nordeste competitivo: região cresceu mais que o Brasil no último trimestre

7 set 2011

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O Nordeste vem se confirmando como o “grande diamante” do Brasil. Os últimos números divulgados pelo Banco Central e pelo Datafolha confirmaram este fato. Enquanto no segundo trimestre de 2011 o país cresceu de 0,7%, a região registrou a marca de 1,6%.

Daniel Marenco - 3.fev.2011/Folhapress

Os números foram divulgados recentemente pelos principais jornais do país e no dia 28/08/2011 a Folha de São Paulo deu um destaque especial que vale a pena ser lido.

Vejam os principais números:

Números da região nordeste

 

Folha de São Paulo, domingo, 28 de agosto de 2011

Região continua crescendo como no início do ano, ao contrário do Sudeste

Investimentos privados e dinheiro de programas sociais contribuem para amortecer efeitos do combate à inflação

MARIANA CARNEIRO / MARIANA SCHREIBER
DE SÃO PAULO

A economia da região Nordeste continua crescendo num passo acelerado, descolada do resto do país e sem sentir os efeitos das medidas adotadas pelo governo para esfriar a atividade econômica e combater a inflação.
Enquanto os Estados nordestinos foram impulsionados por investimentos do governo federal e de empresas privadas, o enfraquecimento da indústria e o aumento das taxas de juros fizeram o Sul e o Sudeste trocar de marcha.
De acordo com projeções do Banco Central, a economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre do ano e 0,7% no segundo trimestre, sempre em relação ao período imediatamente anterior.
O Sudeste cresceu 1,4% no primeiro trimestre e 0,6% no segundo, segundo o BC. No Nordeste, a economia manteve no segundo trimestre o mesmo ritmo do começo do ano, crescendo 1,6%.
O Nordeste é a região em que a presidente Dilma Rousseff alcançou sua melhor votação na eleição do ano passado. Lá, seu governo obtém índices de aprovação maiores do que os de outras regiões, segundo o Datafolha.
O aumento dos juros e outras medidas do governo atingiram com mais força o Sul e o Sudeste porque a oferta de crédito é maior nessas regiões e sua economia depende mais da indústria, abalada pela competição com produtos importados e pela turbulência global.
Enquanto isso, o Nordeste virou destino de vultosos investimentos como os do porto de Suape, na região metropolitana de Recife, onde estão previstos aportes de R$ 24 bilhões até 2014, a maior parte de empresas privadas.
Isso ajuda a explicar por que a taxa de desemprego na capital alcançou 6,3% no mês passado, bem abaixo da sua média histórica, superior a 10%, nota a economista Tânia Bacelar, da Universidade Federal de Pernambuco.
“Pernambuco está recebendo um volume de investimentos equivalente a toda riqueza que produz em um ano”, diz ela. “Isso gera um impacto muito forte na economia local, que é relativamente pequena perto de Estados como São Paulo.”

Sobre o autor

Paulo Junior, 36, cristão de origem Batista é casado há 11 anos com Patrícia Strasdas Alves. É Membro efetivo da ABRAIC – Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência Competitiva onde é Diretor Executivo na região nordeste, após iniciar os trabalhos da Associação no Estado de São Paulo. Foi o idealizador do primeiro jornal do Brasil especializado em Inteligência Competitiva, chamado ICNEWS. Com MBA em Gestão Empresarial pela FGV/RJ, é pós-graduado em Inteligência Competitiva pela Universidad Pompeu Fabra, de Barcelona, na Espanha e graduado em Ciência da Computação pela Unifai-Centro Universitário Assunção, em São Paulo. Atuou como Gerente Geral e Gerente Executivo de Inteligência Competitiva pelo Banco Bradesco em seus mais de 15 anos anos vividos nessa Organização, onde desenvolveu competências nas áreas de Inteligência, Gestão Estratégica, Liderança, Planejamento Estratégico, Geomarketing, Fusões e Aquisições, entre outras áreas. É executivo do Grupo Maia – grupo empresarial com mais de 50 anos de atuação por todo o Nordeste – onde atua especialmente como gestor na Administradora de Consórcios desenvolvendo novos produtos de crédito voltados para o público de baixa renda.

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